Assimetria de relacionamentos na cadeia apícola do Rio Grande do Sul

Letícia Lengler, Régis Rathmann

Resumo


Apesar de o Brasil ter um grande potencial para a apicultura, este ainda não é explorado, principalmente quando se leva em conta a propícia flora e fauna do país para a atividade. Os apicultores vêm enfrentando problemas não com a produção de mel, mas com sua comercialização. Afinal, o que falta para nossos produtores? Que estratégias eles precisam adotar para que possam ter maior competitividade? Considerando essas questões, o artigo pretende verificar, mediante o desenho da cadeia apícola do Rio Grande do Sul, como se dão os relacionamentos entre os atores envolvidos na produção de mel. Ainda, procurou-se mostrar como se classificam os relacionamentos horizontais entre os elos da cadeia desenhada, bem como identificar gargalos, comportamentos oportunísticos e assimetrias relacionais. Pode-se afirmar, mediante a resposta aos objetivos, que a competitividade do mel está associada a uma melhor coordenação dos atores envolvidos nessa cadeia. A falta de um comportamento conjunto, exemplificado pela diversidade de relacionamentos horizontais apresentados pelos atores da cadeia apícola do Rio Grande do Sul, parece ser uma causa relevante dos problemas pelos quais passa o setor.

Palavras-chave


Apicultura. Estratégia. Coopetição

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